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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Na ponta do nariz.

Dezembro pode ser considerado o mês internacional das reflexões. Pensa-se em tudo: promessas feitas em dezembro do ano anterior, promessas para fazer pro próximo ano, atitudes, o sentido da vida, e por aí vai. Isso sem contar as reflexões que nos acompanham de janeiro a janeiro.
Falando nelas, disserto aqui sobre uma conversa que tive com uma amiga. Refletíamos sobre mudanças, em como uma experiência pode nos transformar, e no caso, falávamos em uma mudança para melhor. Na verdade, se pararmos pra pensar, toda experiência que vivemos passa uma lição, mas nem sempre estamos prontos para entender e aproveitar para o nosso crescimento. 
Tenho certas restrições ao usar a palavra destino. Acho que nossas atitudes que determinam o que acontece com nosso futuro e culpar o destino soa como uma desculpa. Porém, contudo, toda via, tem vezes que a vida nos prega cada peça que é inevitável culpar ele. 
Se dezembro é um bom mês pra refletir eu não sei, mas a gente faz. E a minha reflexão, me fez lembrar deste poema do Quintana que divido com vocês:
DA FELICIDADE
Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão por toda a parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!

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